Mas em um momento alguém bateu na porta do apartamento.
Era o Paul:
- Paul? - Eu falei abrindo. - O que está fazendo aqui? - Eu enxuguei as lagrimas com a manga do meu casaco.
- Eu vi. - Ele falou entrando. - O John com outra, e pelo visto você também.
- É, eu achei que ele não ia sair daqui hoje. - Fui chorar no ombro dele, e ele me abraçou.
- Eu sinto muito. - Ele passou a mão no meu cabelo, eu sentia falta disso.
- Mas, como ficou sabendo? - Eu olhei para ele.
- Eu estava andando na rua e vi eles lá dentro. - Ele continuou me abraçando. - Eles pareciam se divertir.
- Eu me enganei. - Essa era a chance perfeita. - Você que é certo pra mim, sempre vai ser.
Nos beijamos, deu tão certo, eu sentia tanta falta do beijo dele, foi como na primeira vez.
- Você pode morar comigo, eu senti sua falta. - Ele sussurrou.
- Claro, mas eu vou avisar o John antes. - Falei sem olhar para ele.
- Porque? - Ele arqueou a sombracelha.
- Confia em mim, eu devo isso para ele.
- Tudo bem então. - Ele não pareceu muito satisfeito.
- Só confia em mim, amanha eu vou para seu apartamento. Agora é melhor você ir. - Falei saindo dos braços dele.
Ele foi sob protesto.
Eu não acredito que deu certo!
- Você pode morar comigo, eu senti sua falta. - Ele sussurrou.
- Claro, mas eu vou avisar o John antes. - Falei sem olhar para ele.
- Porque? - Ele arqueou a sombracelha.
- Confia em mim, eu devo isso para ele.
- Tudo bem então. - Ele não pareceu muito satisfeito.
- Só confia em mim, amanha eu vou para seu apartamento. Agora é melhor você ir. - Falei saindo dos braços dele.
Ele foi sob protesto.
Eu não acredito que deu certo!

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